Livros por Categoria
-
Doce triunfo
R$59,90Judith McNaught é uma das autoras mais amadas de todos os tempos. Com mais de trinta milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, despontou para o estrelato com Whitney, meu amor, que se tornou um clássico instantâneo do romance histórico. Algo maravilhoso rendeu a Judith o primeiro lugar na lista de best-sellers do New York Times. Também é autora de Tudo por amor, Agora e sempre, Alguém para amar, Até você chegar, Um reino de sonhos, Em busca do paraíso e Dois pesos, duas medidas. Ela mora em Dallas, no Texas.
-
-
A maldição do mar
R$59,90Shea Ernshaw é autora de dois livros best-sellers do New York Times, A maldição do mar e Winterwood. Ela é a vencedora do Oregon Book Award de 2019, e seus livros foram escolhidos como Indie Next Picks. Ela mora em uma pequena cidade montanhosa no Oregon e é mais feliz quando está perdida em um bom livro, na floresta ou escrevendo seu próximo romance.
- Sem estoque
-
-
-
-
-
Vidas secas
R$54,90Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem tem quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros. Em 1938, escreveu o livro que se tornaria sua obra-prima: Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região — melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça — como era carinhosamente tratado — faleceu na cidade do Rio de Janeiro.- Sem estoque
-
-
Vozes de Retratos Íntimos
R$54,90Taiasmin Ohnmacht aborda na sua escrita como o racismo se arraiga no nosso cotidiano. A psicanalista iniciou sua trajetória na literatura com a novela Visite o Decorado. No seu novo romance, Taiasmin recorre às indagações suscitadas pelos retratos íntimos para dar voz aos traumas que o racismo causa em cada lar. Antes da fotografia digital, recordações em imagem eram restritas a momentos especiais devido ao seu custo, de modo que a constituição da história privada é atrelada ao poder social. Disso se depreende a responsabilidade da narradora-personagem ao se deparar com poucos retratos, cabendo a ela o papel de preencher com a sua voz as histórias da sua família. A obra mescla realidade e ficção, traduzindo um desafio comum à construção identitária que muitos brasileiros têm ao se defrontar com as trajetórias dos familiares negros e dos brancos. Acompanhamos pela voz da personagem fatos históricos a partir de perspectivas distintas pela cor dos seus antepassados. A obra resgata a chegada dos primeiros precursores da família nos diferentes contextos de imigração e acompanha as sucessivas gerações até o presente. A partir dos caminhos dos personagens pela história brasileira, compreendemos a condição à margem da sociedade que o imigrante negro foi colocado diante do protagonismo dado a imigrantes brancos. No epílogo a narradora reflete que “Da mesma forma que as ondas do mar sucedem umas às outras, as novas gerações substituem as passadas, nem sempre com histórias tão novas assim.” Observamos semelhança com o fluxo íntimo despertado pelos retratos de família, que promovem o encontro de trajetórias no presente. Essas imagens literárias refletem como pode ser pungente o ato de resgatar as histórias de família no país quando a cor atravessa as narrativas. A obra nos leva, assim, a refletir sobre como as vozes e os silêncios das diferentes nacionalidades que constituem o Brasil reverberam em nós.