Livros por Categoria
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Bichodário
R$77,00Bichodário tem bichos, mas não é zoológico, tem palavras, mas não é dicionário. É um extraordinário abecedário que reúne divertidos trava-línguas sobre animais de várias partes do mundo: do Tibete à Austrália, dos rios aos oceanos. E ainda tem glossário com fotos e engraçadas ilustrações de Marcelo Cipis. -
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Vira-Lata
R$77,00O livro conta a história de Chico, um garoto que queria muito ter um cãozinho. Seus pais sempre diziam que um cachorro custava caro, até que sua vizinha lhe dá uma ideia: pegar um cão vira-lata. Aquilo o intrigou... Como é que cachorro vira lata? E lata também pode virar cachorro? Veja se Chico conseguirá desfazer essa confusão e realizar o seu sonho de ter um bichinho de estimação. -
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A louca da casa
R$84,90Um romance que é um tratado sobre o poder inesgotável da imaginação em nossas vidas.
A Louca da casa é a obra mais pessoal de Rosa Montero: uma viagem através do misterioso universo da criação artística e das recordações mais secretas da autora. Um mergulho ao mais profundo do seu ser através de um jogo narrativo pleno de surpresas, onde literatura e vida se misturam num coquetel afrodisíaco de biografias alheias e de autobiografia romanceada. Uma meditação arrebatadora repleta de humor e empatia sobre fantasia, sonhos, loucura e paixão, sobre os medos e as dúvidas dos escritores, mas também de todos nós, leitores. Um livro consagrado universalmente e merecedor de diversos prêmios, A louca da casa é, acima de tudo, a ardente história de amor e salvação entre Rosa Montero e sua própria (e fervilhante) imaginação.
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O livro branco - Prêmio Nobel de Literatura 2024
R$84,90Vencedora do PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 2024
Em algumas culturas orientais, o branco é a cor do luto. Mas igualmente é a cor que permite a reescritura de nossas próprias histórias em uma nova página. Neste livro, construído a partir de silêncios, pensamentos concentrados e intensa poesia, Han Kang mergulha em uma delicada indagação literária e busca entender, através da descrição de coisas do cotidiano, a dor que sempre sentiu pela ausência de uma irmã que nunca chegou a conhecer. É por meio desse léxico que a narradora avança na releitura de sua própria história. Cada capítulo recebe o nome dessas coisas brancas. E rememoram, por meio de uma prosa habilmente arquitetada, aquilo que Camões definiu como “a grande dor das coisas que passaram”.