A colônia italiana do Rio Grande do Sul ainda é vista, no senso comum e por parte da historiografia mais tradicional, como um território de grande homogeneidade cultural e especialmente religiosa. No entanto, a região colonial italiana da Serra Gaúcha recebeu um pequeno número de imigrantes evangélicos de confissão valdense, os quais, em 1887, entraram em contato com o representante, no Rio Grande do Sul, da Missão Metodista no Rio da Prata. A partir desse ano, a assistência religiosa desses italianos passou a ficar a cargo da Igreja Metodista Episcopal dos Estados Unidos (IME). Os imigrantes valdenses vindos ao Rio Grande do Sul tiveram duas origens: os estabelecidos nas colônias Dona Isabel e Alfredo Chaves vieram de localidades nas províncias de Treviso e Udine, as quais já vinham sendo atendidos pela Igreja Valdense. Aqueles estabelecidos na Forqueta Baixa, interior da colônia Caxias, eram oriundos dos vales do Piemonte Ocidental, área de ocupação valdense multissecular. As comunidades foram organizadas em dois circuitos (áreas com diversos pontos de pregação, sendo um central), um com sede em Bento Gonçalves/Dona Isabel e outro na Forqueta Baixa, cada um deles atendido por um pastor residente, italianos natos deslocados dos países platinos pela administração metodista. Organizou-se uma igreja evangélica de língua italiana - situação rara no contexto brasileiro - e nessa mesma área foram edificados os três primeiros templos metodistas do Rio Grande do Sul.
Descrição
Informação Adicional
| Peso em Kg | 0.0600 |
|---|---|
| Autor | Dalla Chiesa, Vicente Martins |
| Tradutor | Não |
| Ano de EdiçãoAno de Edição | 2025 |
| Editora | EDUCS - EDIÇÕES EST |
| ISBN | 9786558074243 |
| Ano | 2025 |
| Edição | 1 |
| Origem | PORTGUES |
| Formato | Não |
| Encadernação | Brochura |
| Idioma | Não |
| País | BR |
| Páginas | 247 |
| Comprimento (cm) | 14 |
| Altura (cm) | 21 |
| Largura (cm) | 0 |
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