Literatura Brasileira
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O quinze
R$54,90Rachel de Queiroz nasceu no dia 17 de novembro de 1910 em Fortaleza, Ceará. Ainda não havia completado 20 anos quando publicou uma tiragem 1 mil exemplares de O Quinze, seu primeiro romance. Tal foi a força de seu talento, que o livro despertou imediata atenção da crítica de todo o Brasil. Em 1931, mudou-se para o Rio de Janeiro, dedicando-se ao jornalismo, atividade que exerceu paralelamente à produção literária. Em 1977, tornou-se a primeira mulher a integrar a Academia Brasileira de Letras. Escreveu romances, crônicas, peças teatrais e livros infantis. Morreu no Rio de Janeiro, aos 92 anos, em 4 de novembro de 2003. A José Olympio publica sua obra, que reúne livros como O Quinze, Memorial de Maria Moura, João Miguel, As três Marias, Caminho de pedras, Memórias de menina, O galo de ouro, entre tantos outros. -
Comigo no cinema
R$54,901) Reúne mais de 70 crônicas de uma das maiores escritoras brasileiras inspiradas em uma de suas paixões, o cinema. 2) Como ela mesma explica, não se trata de crítica especializada: são reflexões de uma cinéfila de carteirinha, uma maneira de eternizar a experiência provocada pelo filme depois que ele acaba. 3) Estão presentes textos sobre produções de Woody Allen, Almodóvar, Scorsese, Sofia Coppola, sobre filmes franceses, brasileiros, argentinos, americanos, longas que concorreram ao Oscar e outros que ficaram pouco tempo em cartaz - não há regra, apenas o impacto causado na autora. 4) Nos textos, a maioria cobrindo filmes lançados nos anos 2000, Martha Medeiros reflete sobre seu grande tema como escritora: a condição humana. O filme pode se passar nos dias atuais ou no passado, ser realista ou fantástico, não importa: a autora sempre extrai dele aquilo que o torna único, numa combinação do seu olhar acurado para o cotidiano com sua sensibilidade e seu humor característicos, que a aproxima dos leitores. 5) Os textos de orelha são escritos por Malu Mader, atriz e amiga da autora, que relata o quanto é fã dos textos de Martha e como seu olhar aguçado sobre os filmes transforma nossa maneira de assisti-los. 6) Cada crônica traz referência ao filme (ou filmes) em questão, o nome do diretor e o ano da produção. Ao final, um índice remissivo de todos os filmes auxilia na consulta. 7) Turnê de lançamento e sessão de autógrafo prevista para São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. 8) Todos os seus livros de crônicas figuraram entre os mais vendidos. 9) Martha Medeiros é colunista de O Globo e Zero Hora e está sempre em evidência em função das diversas montagens de seus livros para o teatro. A última, baseada no livro Simples assim, percorreu diversas capitais. Protagonizada pela atriz Julia Lemmertz, teve ampla divulgação (a autora e a atriz participaram, por exemplo, do programa Conversas com Bial). -
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S. Bernardo
R$54,90Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Em 1933, foi nomeado diretor da Instrução Pública de Alagoas e, ao mesmo tempo, contratado como redator do Jornal de Alagoas. Em março de 1936 foi preso, em Maceió, sem culpa formada, sob a alegação de que seria comunista, passando por várias prisões, em Maceió e Recife. Seguiu no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde ficou quase um ano na cadeia. Seu drama e dos companheiros de cadeia seriam relatados em Memórias do cárcere, publicado postumamente em 1953. Em agosto de 1936, ainda na prisão, publicou o romance Angústia, considerado o romance tecnicamente mais complexo de Graciliano Ramos, no qual retrata a cidade de Maceió daquela época. Mas é em 1938 que o autor escreve o livro que se tornaria sua obra-prima: Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região - melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Graciliano Ramos - o Mestre Graça, como era carinhosamente tratado - morreu na Cidade do Rio de Janeiro, no dia 30 de março de 1953, aos 61 anos.- Sem estoque
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A claridade lá fora
R$54,901) Primeiro romance da autora em muitos anos e por essa razão muito aguardado. 2) Martha Medeiros é uma das escritoras mais lidas no Brasil, com colunas nos jornais O Globo e Zero Hora. Seus livros são best-sellers em todo o país. 3) Neste livro, Martha Medeiros passa para um novo patamar em seu trabalho como ficcionista: A claridade lá fora é narrado em terceira pessoa, conta com vários personagens cativantes e impagáveis e um enredo cheio de peripécias. 4) É um livro que não dá vontade de largar, que deve agradar ao público cativo da autora e ampliá-lo. 5) O livro acompanha a trajetória de Ligia, uma tradutora literária de meia-idade que estudou na França quando jovem e hoje vive uma vida de isolamento, poucos amigos e um tanto de amargura numa cidadezinha no litoral gaúcho. Tudo vai mudar na vida dessa personagem ambígua, sarcástica, prepotente e por vezes amarga, mas que não deixa nenhum leitor indiferente. 6) Dividida em capítulos curtos, a prosa de Martha é certeira, rápida, engraçada e por vezes hilária. Os diálogos são extremamente bem feitos - neles a autora está em sua melhor forma. 7) Fala sobre as surpresas que a vida nos prega, sobre maternidade, luto, identidades de gênero heterodoxas e relações familiares; sobre como assuntos mal resolvidos recusam-se a morrer; sobre o valor das amizades e a capacidade de se reinventar. 8) O romance é fruto de três anos de trabalho da autora dos best-sellers Simples assim, Feliz por nada e Doidas e santas, entre outros. 9) Foi selecionado para ser o primeiro livro do mês do Clube de leitura da L&PM Editores, O Prazer de Ler (início: outubro/ 2020). 10) Muitos dos livros da autora foram levados ao palco. A peça de teatro Simples assim, que estava em cartaz no Rio de Janeiro antes do início da pandemia, ganhará versão online e gratuita. A partir do dia 9 de outubro, a releitura da peça com Julia Lemmertz estará disponível no YouTube do BradescoSeguros: https://www.youtube.com/user/BradescoSegurosSA. 11) No âmbito da Feira do Livro de Porto Alegre de 2020 (que ocorrerá virtualmente: https://feiradolivropoa.com.br/), a autora vai participar, no dia 5 de novembro, da mesa “O que acontece depois do The End?”, com a escritora e jornalista Cláudia Laitano. -
Vidas secas
R$54,90Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem tem quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros. Em 1938, escreveu o livro que se tornaria sua obra-prima: Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região — melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça — como era carinhosamente tratado — faleceu na cidade do Rio de Janeiro.- Sem estoque
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13 segundos
R$64,90Bel Rodrigues é uma catarinense nascida em 1994. Graduada em Comunicação Social e pós-graduanda em Criminologia, resolveu criar um canal no YouTube para compartilhar seu gosto por livros, porém nunca imaginou ter uma legião de seguidores. Amante de dias chuvosos e jogos online, ela ainda se emociona ao responder que também é escritora.- Sem estoque
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Outras coisas que guardei pra mim
R$54,90Paulistana, 20 anos, estudante de Publicidade e Propaganda, amante de livros, apaixonada por poesia e música, leitora desde criança, Samara Aragão Buchweitz trabalha com design gráfico, mas sempre gostou de escrever. Em 2014, publicou o livro infantil Fábulas Fabulosas. Cresceu entre laudas e livros. Em Coisas que guardei pra mim, ela fala de seus sentimentos, percepções, vivências, dores e aprendizados de maneira intimista e impactante. Uma leitura para refletir e saborear. -
Vozes de Retratos Íntimos
R$54,90Taiasmin Ohnmacht aborda na sua escrita como o racismo se arraiga no nosso cotidiano. A psicanalista iniciou sua trajetória na literatura com a novela Visite o Decorado. No seu novo romance, Taiasmin recorre às indagações suscitadas pelos retratos íntimos para dar voz aos traumas que o racismo causa em cada lar. Antes da fotografia digital, recordações em imagem eram restritas a momentos especiais devido ao seu custo, de modo que a constituição da história privada é atrelada ao poder social. Disso se depreende a responsabilidade da narradora-personagem ao se deparar com poucos retratos, cabendo a ela o papel de preencher com a sua voz as histórias da sua família. A obra mescla realidade e ficção, traduzindo um desafio comum à construção identitária que muitos brasileiros têm ao se defrontar com as trajetórias dos familiares negros e dos brancos. Acompanhamos pela voz da personagem fatos históricos a partir de perspectivas distintas pela cor dos seus antepassados. A obra resgata a chegada dos primeiros precursores da família nos diferentes contextos de imigração e acompanha as sucessivas gerações até o presente. A partir dos caminhos dos personagens pela história brasileira, compreendemos a condição à margem da sociedade que o imigrante negro foi colocado diante do protagonismo dado a imigrantes brancos. No epílogo a narradora reflete que “Da mesma forma que as ondas do mar sucedem umas às outras, as novas gerações substituem as passadas, nem sempre com histórias tão novas assim.” Observamos semelhança com o fluxo íntimo despertado pelos retratos de família, que promovem o encontro de trajetórias no presente. Essas imagens literárias refletem como pode ser pungente o ato de resgatar as histórias de família no país quando a cor atravessa as narrativas. A obra nos leva, assim, a refletir sobre como as vozes e os silêncios das diferentes nacionalidades que constituem o Brasil reverberam em nós. -