Literatura Brasileira
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Bagagem
R$59,90Adélia Prado nasceu em Divinópolis, Minas Gerais, em 1935, onde reside até hoje. Sua formação é em Magistério e Filosofia. Em 1976, publicou Bagagem. O ano de 1978 marca o lançamento de O coração disparado, que é agraciado com o Prêmio Jabuti. Estreia em prosa no ano seguinte, com Solte os cachorros, e logo depois publica Cacos para um vitral. Em 1981, lança Terra de Santa Cruz. Os componentes da banda é publicado em 1984 e, a seguir, O pelicano e A faca no peito. A obra poética de Adélia Prado foi encenada no teatro no emocionante monólogo Dona Doida: um interlúdio. Sucesso de público e crítica, a montagem protagonizada por Fernanda Montenegro no fim da década de 1980 percorreu várias cidades do Brasil e alguns países. Em 1991, é publicada sua Poesia reunida. Em 1994, após anos de silêncio poético, ressurge com o livro O homem da mão seca. Em 1999, são lançados Manuscritos de Felipa, Oráculos de maio e sua Prosa reunida. Em agosto de 2000, pelo selo Karmim, grava o CD O tom de Adélia Prado, em que lê poemas do livro Oráculos de maio. Em novembro de 2001, lança Filandras, volume com 43 crônicas, e, em 2005, Quero minha mãe. Quando eu era pequena marca sua estreia na literatura infantil, em 2006, seguido em 2011 pelo novo infantil Carmela vai à escola. Em 2013, voltou à poesia com Miserere, e em 2015 foi lançada em edição especial de capa dura a sua Poesia reunida. -
A PAIXÃO SEGUNDO G. H. (EDIÇÃO COMEMORATIVA)
R$59,90A PAIXÃO SEGUNDO G. H. (EDIÇÃO COMEMORATIVA)- Sem estoque
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S. Bernardo
R$59,90Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Em 1933, foi nomeado diretor da Instrução Pública de Alagoas e, ao mesmo tempo, contratado como redator do Jornal de Alagoas. Em março de 1936 foi preso, em Maceió, sem culpa formada, sob a alegação de que seria comunista, passando por várias prisões, em Maceió e Recife. Seguiu no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde ficou quase um ano na cadeia. Seu drama e dos companheiros de cadeia seriam relatados em Memórias do cárcere, publicado postumamente em 1953. Em agosto de 1936, ainda na prisão, publicou o romance Angústia, considerado o romance tecnicamente mais complexo de Graciliano Ramos, no qual retrata a cidade de Maceió daquela época. Mas é em 1938 que o autor escreve o livro que se tornaria sua obra-prima: Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região - melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Graciliano Ramos - o Mestre Graça, como era carinhosamente tratado - morreu na Cidade do Rio de Janeiro, no dia 30 de março de 1953, aos 61 anos. -
MAIS UM INVERNO
R$60,00Com estilo denso, poético e crítico, o romance constrói uma ponte entre o passado colonial rural e as marcas culturais e políticas do presente. Por meio de uma narração fluida, a obra reconstrói a imigração italiana com precisão documental, evitando o lugar-comum da celebração ufanista e revelando suas contradições sem, no entanto, perder a dimensão humana. Italina Fabbri, a protagonista, é construída com densidade psicológica e ética. Uma personagem complexa que dá ainda mais força para a narrativa. Mas a história não é apenas de Italina. Trata-se de um mosaico de gerações, afetos e contradições que se entrelaçam à memória afetiva, criando um contraste potente entre o passado e o presente, o real e o fictício. Para a historiadora Cristine Tedesco, que escreveu o prefácio para a obra, “Entre sanidade e loucura, realidade e ficção, memória e esquecimento, o mundo deu muitas voltas desde a juventude de Italina. Contrariando as mentalidades vigentes na primeira metade do século XX, a trajetória de Italina se tornou livro, junto com a história da imigração italiana no Rio Grande do Sul, que ela tanto quis investigar. Segundo o autor, a ideia do livro nasceu há uns dois anos e tem por objetivo lançar luzes sobre o papel das mulheres na história da imigração. Ao mesmo tempo, provocar a reflexão acerca dos efeitos do progresso sobre a memória, material e imaterial, dos imigrantes. Trabalhar isso através da ficção permite acessar a história dita oficial a partir da trajetória da protagonista, Italina Fabbri, aproximando, dessa forma, a realidade e a fantasia através de um jogo narrativo que permite ao leitor refletir sobre a própria construção histórica.