Literatura Brasileira
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Aurora
R$59,90Eleita pela Bloomberg Línea uma das quinhentas pessoas mais influentes da América Latina, Marcela Ceribelli fundou a plataforma de conteúdo Obvious quando tinha apenas 25 anos, em 2015. Desde então, a Obvious se transformou em um ecossistema revolucionário sobre felicidade feminina, com 1,5 milhão de seguidores, inaugurando também canais dedicados à saúde e ao prazer. Marcela ainda apresenta o podcast Bom dia, Obvious, um dos mais escutadas do país. Canceriana nata, não troca momentos em casa com a família e seus cachorros por nada nesta vida. Este é seu primeiro livro. -
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As coisas
R$59,90Tobias Carvalho nasceu em Porto Alegre em 1995. Cursa Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e já participou de oficinas literárias. As coisas é seu livro de estreia.
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Alguma poesia
R$59,90Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira, Minas Gerais, em 1902. Poeta, contista e cronista, foi autor, entre outros, de Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, Claro enigma, Fazendeiro do ar e Fala, amendoeira, e é considerado um dos maiores nomes da poesia brasileira do século XX. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1987, aos 84 anos.
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Manual do luto
R$59,90Após o sucesso de Depois é nunca, com mais de sessenta mil exemplares vendidos, Carpinejar, vencedor do Jabuti, aprofunda seu olhar sobre a despedida no emocionante Manual do luto.
Se em Depois é nunca explicou que o luto não é uma doença e que dura a vida inteira, Carpinejar consegue o impossível: ir ainda mais além na tentativa de retratar o sofrimento da saudade. Agora fala diretamente com o enlutado. Cada capítulo é uma carta, e cada carta, uma lição de empatia.
Ele aborda todas as dores do mundo, descreve as mais graves e pungentes perdas da existência: dos pais, de um amigo, de um irmão, de um filho, de um marido ou de uma esposa.
Compara o luto a um trabalho incansável de poda da memória, de faxina existencial, em que toda despedida seria o equivalente a herdar um terreno para construir uma casa no local.
“Não há nada lá, só mato e entulhos”, ele conclui.
Com seu olhar de raio-x poético, o escritor enxerga a invisibilidade social de quem atravessa esse período marcado por confusão e privação.
“Você deve estar se sentindo invisível, a morte de alguém próximo nos torna invisíveis. Atravessamos um portal para uma dimensão alternativa da rotina. Não somos vistos, não somos percebidos como antes. É como se a dor fosse um manto mágico do desaparecimento social.
Você tampouco enxergava os enlutados antes da sua perda. Eles não tinham destaque, consistência, importância, densidade. Lembravam seres de um planeta secundário, desencaixados da normalidade e da perfeição de que até então desfrutava. E nem agia por mal, o desinteresse vinha da falta de um ponto de contato com a realidade do adeus.
Agora parece que todo luto se evidencia ao seu lado. Se você é órfão, não para de notar órfãos na sua vizinhança. Eles sempre estiveram ali, próximos e acessíveis. Só não reparava porque não tinha nascido o terceiro olho do sofrimento na sua testa.”
Até quem não perdeu um ente querido vai se render ao inventário de ausências e, por um momento, imaginar o que significaria a falta dele em sua rotina.
Que o Manual do luto sirva de alerta para não adiar mais nenhum afeto, para não deixar nenhuma amizade fundamental para depois.
Pois, “se a vida é um sopro, assobie”. Cante alto a sua presença.
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O menino no espelho
R$59,90Fernando Tavares Sabino nasceu em 12 de outubro de 1923. Publicou seu primeiro livro, Os grilos não cantam mais, ainda na adolescência. Recebeu, então, uma carta elogiosa de Mário de Andrade, dando início à preciosa correspondência entre ambos, mais tarde publicada sob o título Cartas a um jovem escritor (1982). Foi sócio de Rubem Braga na Editora do Autor e na Editora Sabiá. Escreveu dezenas de livros que se tornaram clássicos da literatura nacional, entre eles O encontro marcado (1956), seu primeiro romance, O menino no espelho (1982) e A faca de dois gumes (1985). Em 1999, foi agraciado pela Academia Brasileira de Letras com o prêmio Machado de Assis, pelo conjunto de sua obra. Sabino morreu em outubro de 2004, na véspera de completar 81 anos.
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Para não acabar tão cedo
R$59,90Escritora, pesquisadora e ilustradora pernambucana, Clarice Freire é publicitária e mestra em Ciências da Linguagem, área em que seguiu no doutorado. É autora de dois livros best-sellers de poesia visual, Pó de lua (2014) e Pó de lua nas noites em claro (2016), sendo o segundo finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2017, na categoria Ilustração. Clarice também é vencedora do Prêmio Orgulho de Pernambuco 2018, do jornal Diário de Pernambuco. Com seus perfis de poesia, textos literários e ilustrações nas redes sociais, conquistou, ao todo, mais de 1 milhão de seguidores. Este é seu primeiro romance.
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MAIS UM INVERNO
R$60,00Com estilo denso, poético e crítico, o romance constrói uma ponte entre o passado colonial rural e as marcas culturais e políticas do presente. Por meio de uma narração fluida, a obra reconstrói a imigração italiana com precisão documental, evitando o lugar-comum da celebração ufanista e revelando suas contradições sem, no entanto, perder a dimensão humana. Italina Fabbri, a protagonista, é construída com densidade psicológica e ética. Uma personagem complexa que dá ainda mais força para a narrativa. Mas a história não é apenas de Italina. Trata-se de um mosaico de gerações, afetos e contradições que se entrelaçam à memória afetiva, criando um contraste potente entre o passado e o presente, o real e o fictício. Para a historiadora Cristine Tedesco, que escreveu o prefácio para a obra, “Entre sanidade e loucura, realidade e ficção, memória e esquecimento, o mundo deu muitas voltas desde a juventude de Italina. Contrariando as mentalidades vigentes na primeira metade do século XX, a trajetória de Italina se tornou livro, junto com a história da imigração italiana no Rio Grande do Sul, que ela tanto quis investigar. Segundo o autor, a ideia do livro nasceu há uns dois anos e tem por objetivo lançar luzes sobre o papel das mulheres na história da imigração. Ao mesmo tempo, provocar a reflexão acerca dos efeitos do progresso sobre a memória, material e imaterial, dos imigrantes. Trabalhar isso através da ficção permite acessar a história dita oficial a partir da trajetória da protagonista, Italina Fabbri, aproximando, dessa forma, a realidade e a fantasia através de um jogo narrativo que permite ao leitor refletir sobre a própria construção histórica.