Tratar a memória como coisa viva, bicho inquieto: assim faz Eduardo Galeano quando escreve. Sua memória pessoal e a nossa memória coletiva, da América. Quando escreve, ele mostra que a história pode - e deve - ser contada a partir de pequenos momentos, aqueles que sacodem a alma da gente sem a grandiloquência dos heroísmos de gelo, mas com a grandeza da vida. Assim é este O livro dos abraços. Em suas andanças incessantes de caçador de histórias, Galeano vai ouvindo tudo. O que de melhor ouviu ele transforma em livros como este, onde lembra como são grandes os pequenos momentos e como eles vão se abraçando, traçando a vida. Abra este livro com cuidado: ele é delicado e afiado como a própria vida. Pode afagar, pode cortar. Mas seja como for, como a própria vida, vale a pena.
Descrição
Informação Adicional
| Peso em Kg | 0.4000 |
|---|---|
| Autor | Não |
| Tradutor | Não |
| Ano de EdiçãoAno de Edição | Não |
| Editora | Não |
| ISBN | Não |
| Ano | Não |
| Edição | Não |
| Origem | Não |
| Formato | Não |
| Encadernação | Não |
| Idioma | Não |
| País | Não |
| Páginas | Não |
| Comprimento (cm) | 14 |
| Altura (cm) | 21 |
| Largura (cm) | 1 |
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