Um assassinato no metrô de São Paulo, treze vidas cruzadas. Cada indivíduo com suas certezas inquestionáveis e apenas uma verdade: ninguém é o que parece
Treze vidas que se cruzam por acaso e se tornam ligadas por um assassinato. O massacre planejado é impedido por um corajoso jornalista. O padre ali presente logo chama socorro e abençoa a alma altruísta que ajudou a evitar a tragédia. Um pobre médico morreu, vítima de um crime sórdido, que acabou com a vida de um homem de bem. Felizmente os demais passageiros estão a salvo.
A narrativa padrão, habitualmente construída pela sociedade, é deixada aos pedaços por Clarissa Wolff nesta história em que ninguém é o que parece. Nesse grupo heterogêneo de pessoas, uma coisa é certa: não há possibilidade de salvação.
Descrição
Informação Adicional
| Peso em Kg | 0.2100 |
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| Autor | N/A |
| Tradutor | N/A |
| Ano de EdiçãoAno de Edição | N/A |
| Editora | N/A |
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| Ano | N/A |
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| Origem | N/A |
| Formato | N/A |
| Encadernação | N/A |
| Idioma | N/A |
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| Comprimento (cm) | 16 |
| Altura (cm) | 23 |
| Largura (cm) | 1 |
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