O anticristo, de Nietzsche, discorre sobre a natureza da religião cristã e sobre a concepção de mundo e do homem dela decorrente. A aparente crítica de Nietzsche contra o cristianismo é, na verdade, uma crítica à “maldição original” editada pelo cristianismo. É uma “negação da negação” do homem; portanto, uma afirmação daquilo que o cristianismo historicamente negou. O anticristo de Dostoiévski parece ser mais fundamental, para Nietzsche, do que o de Schopenhauer, pois não é tanto uma visão naturalista do mundo, uma verdade, quanto uma verdadeira práxis filosófica, ancorada na hierarquia e fiel ao sentido da Terra, que Nietzsche irá reabilitar revertendo o valor de todos os valores. O anticristo não defende uma simples Weltanschauung, mas afirma a superioridade do reino terrestre sobre um pretenso reino ideal e traça um caminho para outra forma de cultura.
Descrição
Informação Adicional
| Peso em Kg | 0.0980 |
|---|---|
| Autor | Nietzsche, Friedrich |
| Tradutor | Trevisan, Diego Kosbiau |
| Ano de EdiçãoAno de Edição | Não |
| Editora | Vozes De Bolso |
| ISBN | 9788532663214 |
| Ano | 2020 |
| Edição | 1 |
| Origem | Não |
| Formato | Não |
| Encadernação | Livro brochura (paperback) |
| Idioma | Não |
| País | BR |
| Páginas | 120 |
| Comprimento (cm) | 11 |
| Altura (cm) | 18 |
| Largura (cm) | 0 |
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