Romance sobre passado e presente da autora de Como conversar com um fascista e Feminismo em comum.
Em uma São Paulo distópica, mas perigosamente familiar, uma mulher que não foi capaz de viver a própria vida e uma jovem à procura da mãe desaparecida durante a ditadura militar se envolvem em um jogo de aproximações e distanciamentos em meio a uma cidade apodrecida, em que a insegurança, a crise hídrica, os golpes de Estado e uma elite política carcomida, na qual se destaca um psicopata que manda pintar os muros de cinza, são o retrato do que se construiu a partir do fim das utopias.
Neste novo romance, marcado por reviravoltas, ressentimentos, dívidas e buscas pela verdade, em um contexto em que estar vivo ou morto não só é uma questão de sorte como também de perspectiva, Marcia Tiburi escreve sobre cicatrizes profundas que se tornaram invisíveis com o tempo – consequências da reinvenção de um passado diante da necessidade de salvar o próprio futuro.
Descrição
Informação Adicional
| Peso em Kg | 0.2600 |
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| Autor | N/A |
| Tradutor | N/A |
| Ano de EdiçãoAno de Edição | N/A |
| Editora | N/A |
| ISBN | N/A |
| Ano | N/A |
| Edição | N/A |
| Origem | N/A |
| Formato | N/A |
| Encadernação | N/A |
| Idioma | N/A |
| País | N/A |
| Páginas | N/A |
| Comprimento (cm) | 16 |
| Altura (cm) | 23 |
| Largura (cm) | 1 |
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