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O que os olhos não veem, mas o coração sente
R$69,90O que os olhos não veem, mas o coração sente é um convite para um mergulho corajoso no universo interior. Com mais de 700 mil livros vendidos, Fred Elboni compartilha neste livro reflexões sobre emoções e dilemas humanos, construindo uma ponte entre sua experiência pessoal e os sentimentos universais que nos atravessam.
Dividido em 21 capítulos, cada um dedicado a um tema essencial — como vulnerabilidade, autocompaixão e autenticidade — o livro oferece não apenas textos íntimos e inspiradores, mas também exercícios práticos que estimulam a autorreflexão e o autoconhecimento.
Esses são os temas abordados ao longo da obra:
- Autenticidade
- Aparências
- Comparação
- Autocompaixão
- Medo da rejeição
- Perfeccionismo
- Aceitação
- Vulnerabilidade
- Conexão
- Empatia
- O outro
- Términos
- Sensibilidade
- Gentileza
- Perdas
- Tristeza
- Resiliência
- Coragem
- Propósito
- Sucesso
- Felicidade
Em uma linguagem acessível e acolhedora, Fred propõe que deixemos para trás as máscaras que criamos para agradar ou nos proteger, e abracemos com integridade nossas imperfeições e potências, fortalecendo a conexão com quem realmente somos.
Este é um livro para quem deseja viver de forma mais autêntica, alinhada aos seus valores, desejos e sentimentos verdadeiros.
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O lobo da estepe
R$69,90Herman Hesse nasceu em Calw, na Alemanha, em 1877. Começou a vida profissional como livreiro, mas idealizando uma carreira literária, que de fato iniciou muito cedo, aos 21 anos, quando publicou suas primeiras poesias. A chamada “primeira fase” do escritor se estende até Knulp (1915), produzindo nesse período romances de grande valor, como Peter Camenzind (1904), Gertrud (1910) e Rosshalde (1914). Seu livro Demian foi publicado logo depois da Primeira Guerra Mundial, em 1919. Em protesto contra o militarismo germânico, Hesse era então um residente permanente da Suíça e sem dúvida figurava ao lado dos maiores ícones da literatura em idioma alemão. A profunda humanidade e a penetrante filosofia que impregnam seus livros foram confirmadas em obras-primas que produziu posteriormente, entre outras Sidarta (1922), O lobo da estepe (1927) e Narciso e Goldmund (1930), que com seus poemas, contos e um considerável número de trabalhos de crítica valeram-lhe um lugar muito especial entre os pensadores contemporâneos. Em 1946 ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Hermann Hesse faleceu em 1962, pouco depois da passagem do seu 85º aniversário. -